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Letras de músicas - letra de música - letra da música - letras e cifras - letras traduzidas - letra traduzida - lyrics - paroles - lyric - canciones - CORPO GéLIDO - DINOO* - música e letra
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Corpo Gélido letra
Tem demônios ao meu lado
O ódio te prende assim como todos esses contratos
É como um fardo
O tempo tem determinado
Quem vira engrenagem
Quem morre por uma vingança fácil (aê)
Meio termo em ambos os lados
Nem sei qual a sensação de ver esses corpos empilhados
Eu mantive o foco de novo
Mantive o ódio em dobro
Caço coração, tá só o caco
Um novo? Nem se eu matasse o inferno todo
Iria sorrir outra vez
Em uma rapidez
Balas destroem a cidade mais uma vez
Inimigo existe
Espada permite que com minhas próprias mãos me vingue
Quer um palpite? Tema aqueles que não tem limite
Porque no final, pode ser fatal
Não sobreviver esse inferno se tornou habitual
Despejando frustação em cigarro se tornou normal
A presença dela resgata meu lado sentimental
Eu sei que se o preço for ser controlado
Pra quem já perdeu tudo me diz, o que é ser usado?
Se for pra ser, que se foda
Eu faço acordo com o próprio diabo
A morte tem me observado
Em um instante futuro disse que minha morte seria algo tão interessante
Irrelevante
O importante é se eu teria a minha chance de vingar aqueles que é do meu sangue
Cê acha mesmo que eu não sei que eu tô me cegando?
Cê acha mesmo que isso sempre foi meu próprio plano?
Cê acha mesmo que eu escolhi viver caçando esses malditos demônios que vivem me atormentando?
Cê acha mesmo que eu não sei que eu tô me matando?
Cê acha mesmo que eu não vi o meu lado humano?
As armas fizeram a própria lei do engano
E eu mesmo me afundei quando fiz o terno de manto
Na sombra
Na sombra eu me afago
Na sombra acendi mais um cigarro
Na sombra
Na sombra eu me afago
Na sombra acendi mais um cigarro
Na sombra
Na sombra eu me afago
Na sombra acendi mais um cigarro
Na sombra
Na sombra eu me afago
Na sombra acendi mais um cigarro
Só tô pensando em atirar
É isso que o ódio faz
Se o futuro é um show
Quem que vai me controlar?
Minha alma, tempo e corpo ficaram gélidos
Em dias de inverno, sinto o próprio inferno
Guiando meu leito, tá vendo?
Como cê destrói tudo ao redor só por si mesmo, tá vendo?
Quanto cê foi ingrato pela chance que te deram
Seu ódio é só uma mascara
Pelo o que cê achou lutar
Cê só entendeu quando todos que te amaram morreram
Cê acha mesmo que eu não sei que eu tô me cegando?
Cê acha mesmo que isso sempre foi meu próprio plano?
Cê acha mesmo que eu escolhi viver caçando esses malditos demônios que vivem me atormentando?
Cê acha mesmo que eu não sei que eu tô me matando?
Cê acha mesmo que eu não vi o meu lado humano?
As armas fizeram a própria lei do engano
E eu mesmo me afundei quando fiz o terno de manto
Na sombra
Na sombra eu me afago
Na sombra acendi mais um cigarro
Na sombra
Na sombra eu me afago
Na sombra acendi mais um cigarro
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